Bobadra aponta manipulação da linguagem como meta para desestabilizar valores morais e familiares

O vereador Alexandre Bobadra (PSL) manifestou, nesta quarta-feira (10), seu repúdio ao que ele classifica como uma tentativa de impôr uma ditadura de gênero nas crianças e adolescentes através da deturpação da língua portuguesa.

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Utilizando-se de ironia, o vereador relatou que em boa parte das audiências públicas e manifestações onde integrantes da esquerda estão inseridos, a utilização de pronomes neutros e linguagem binária se fazem presentes.

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Usando uma embalagem de uma famosa marca de leite achocolatado, Bobadra satirizou a saudação a todos, todas e todEs. “Faço agora uma brincadeira, mas o assunto é sério. Sempre que há grupos de esquerda envolvidos nas discussões, deve estar havendo uma propaganda subliminar com marketing inserido nas sudações. No meu entender, esse todEs deve ser uma referência a um grupo de leite achocolatado Toddy, pois se todos e todas já abrangem as pessoas presentes, o todEs se refere a quem?”.

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O vereador considera absurdas as manifestações que visam deturpar a língua portuguesa que atingem principalmente as crianças e jovens.  “Ao meu ver não garante inclusão nenhuma. Inclusão e acessibilidade devem ser garantidas a quem necessita, linguagem em braile e piso tátil aos cegos, sons em sinaleiras de pedestres aos surdos, rampas e melhorias na locomoção aos cadeirantes…A distorção da linguagem para se referir a uma preferência sexual deve ficar restrita a estudos acadêmicos ou a círculos sociais onde estes grupos estão inseridos, pois a sexualidade, preferências, fantasias e privacidade do corpo de cada um diz respeito somente a cada um”.

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Ao citar o cancelamento de uma peça teatral que seria encenada no Colégio Farroupilha, Bobadra declarou seu apoio incondicional à direção da escola, apontando que a manipulação da linguagem tem como meta, desestabilizar valores morais e familiares. “A aceitação das diversidades, das diferenças, a inclusão e a ajuda coletiva para superar desafios deve partir de um movimento de toda a sociedade com ações em benefício do bem comum e não com a destruição de valores morais e familiares, ou comprometendo a educação infantil, ainda mais em crianças em fase de alfabetização. Tentar imputar às crianças essa aceitação é a ditadura do generE é a ditadura do generE ideológiquE da esquerdE.”, ironizou.

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